Ouvir é só o começo. Entender é o que importa.

Quando o som chega ao ouvido mas o entendimento se perde, o problema pode estar na forma como o cérebro processa o que ouve. A Dra. Aline é especialista em Processamento Auditivo Central e cuida da audição de forma integral, em todas as idades.

Você se reconhece em alguma destas situações?

A terapia de processamento auditivo ajuda quem ouve, mas tem dificuldade de entender. Veja se algum destes sinais faz parte do seu dia a dia ou do dia a dia de alguém que você ama.

Com crianças e adolescentes

Com adultos e idosos

Com adultos e idosos

Afinal, o que é o Processamento Auditivo Central?

🔊
Som
👂
Ouvido
🧠
Cérebro

Afinal, o que é o Processamento Auditivo Central?

Ouvir e entender são duas etapas diferentes. O ouvido capta o som, mas quem dá sentido a ele é o cérebro: é ele que separa a voz do barulho, organiza os sons, reconhece as palavras e transforma tudo isso em compreensão. Esse trabalho é o Processamento Auditivo Central.

Quando ele não vai bem, a audição pode estar perfeitamente normal no exame convencional e, mesmo assim, a pessoa sente que não entende. É uma dificuldade real e concreta no caminho entre ouvir e entender, não uma questão de atenção ou de idade. E, por ser real, tem investigação e tratamento.

É como uma estrada esburacada: por melhor que seja o carro, se a via por onde o som viaja está cheia de buracos, a mensagem chega truncada. O volume do som pode estar perfeito, o que falha é o trajeto até a compreensão.

Os pilares de atendimento

Especialização

Aline é especialista em Processamento Auditivo Central. Quando a audiometria “deu normal” mas o entendimento continua falhando, ela sabe onde procurar e chega à resposta que os exames comuns não deram.

Escuta ativa

Aqui a consulta não tem cronômetro. A Aline reserva o tempo que o seu caso pede para ouvir a sua história e entender quando a dificuldade aparece: na aula, no trabalho, na conversa com barulho de fundo. O atendimento é feito com acolhimento e sem julgamentos, porque sabe que essa dificuldade é legítima e merece ser levada a sério.

Personalização no cuidado

Uma criança que não colabora no exame comum, um adulto que perdeu o fio da conversa depois da COVID, um paciente autista, um idoso – a Aline adapta cada detalhe ao perfil de quem está na sua frente, incluindo preparar a criança e a família antes mesmo de chegar à clínica. Da avaliação ao treinamento auditivo, o plano é sempre o seu.

Propósito

Para a Aline, ouvir bem tem a ver com voltar a conversar, conviver e participar da vida, vai muito além de simplesmente aumentar o volume. Por isso o cuidado continua para além do aparelho e do laudo, ela acompanha a sua evolução e trabalha a qualidade do que você entende, não só o quanto você ouve.

Sobre a especialista

Aline Morais | CRFa: 2-17815

Fonoaudiologia pela Unifesp | Mestrado em Processamento Auditivo Central pela USP

Com mais de 15 anos de atuação em fonoaudiologia, a Aline é uma das principais referências em avaliação e reabilitação do processamento auditivo central (PAC) em São Paulo. Formou-se em Fonoaudiologia pela UNIFESP (Escola Paulista de Medicina) em 2010 e, desde então, dedica sua trajetória à audiologia. Foi no PAC, porém, que encontrou sua grande área de estudo: aprofundou-se no tema durante a especialização e o mestrado na USP, sob orientação da professora Eliane Schochat — uma das maiores autoridades do país na área.

Ao longo de mais de uma década de prática clínica, a Aline construiu uma experiência sólida e abrangente. Atuou com adaptação de aparelhos auditivos desde o início da carreira, fez fellowship em implante coclear e integrou, em seu trabalho, o processamento auditivo à reabilitação auditiva completa, ao treinamento auditivo e à saúde auditiva de forma ampla. Tudo isso sempre com rigor técnico e protocolos baseados em evidências científicas.

Sua atuação em PAC abrange desde crianças com dificuldades de aprendizagem e atenção até adultos e idosos que “ouvem, mas não entendem” – especialmente em ambientes ruidosos, em conversas em grupo ou após quadros como envelhecimento, AVC e COVID longa. Além de identificar a dificuldade, a Aline constrói um caminho de tratamento individualizado para cada paciente.

É essa combinação entre profundidade científica e um atendimento atento e cuidadoso que faz a diferença: cada avaliação é conduzida com precisão e cada paciente é acompanhado com atenção real, para que cada paciente escute e, sobretudo, compreenda de verdade o mundo à sua volta.

Local de atendimento

A Clínica FOPI

Fundada em 2014, a FOPI é uma clínica de fonoaudiologia reconhecida por unir rigor técnico e atendimento humanizado. Com uma prática baseada em evidências, oferece cuidado especializado em diversas áreas da fonoaudiologia, atendendo de bebês a idosos: audiologia e processamento auditivo, exames audiológicos, deficiência auditiva e implante coclear, linguagem oral e escrita, voz, fluência (gagueira), motricidade orofacial, amamentação e alimentação, aprendizagem, dislexia, autismo, atraso e troca de sons na fala, fissura labiopalatina e atendimento em Libras. Uma clínica de referência, que equilibra técnica e empatia em cada atendimento.

Pacientes e depoimentos

FAQ

Perguntas frequentes

A clínica FOPI atende convênios?

O atendimento é particular. Se necessário, emitimos nota fiscal para você solicitar reembolso ao seu convênio, quando o plano oferece essa cobertura.

A avaliação do processamento auditivo é presencial, porque depende de equipamentos e de um ambiente controlado. Já a conversa inicial, a devolutiva de resultados e parte do treinamento auditivo podem ser feitas online, conforme o caso.

Sim. A audiometria mede se você ouve sons, não se o cérebro os compreende. É comum o exame dar normal e a dificuldade de entender continuar. É justamente aí que entra a avaliação do processamento auditivo.

Em geral, a partir dos 7 anos, quando o sistema auditivo já está maduro o suficiente para os testes. Antes disso, avaliamos outros aspectos da audição e do desenvolvimento e orientamos a família sobre o melhor momento.

A consulta não tem cronômetro. A Aline reserva o tempo que o seu caso pede para ouvir sua história com atenção e conduzir a avaliação com calma.

Não. Na perda auditiva, o som não chega bem ao ouvido. No processamento auditivo, o som chega, mas o cérebro tem dificuldade de organizar e dar sentido a ele. Por isso a pessoa “ouve, mas não entende”.

Se for identificada uma dificuldade, a Aline monta um plano individualizado, que pode incluir treinamento auditivo e outras estratégias. O acompanhamento é feito de perto, olhando a sua evolução ao longo do processo.

Está com dúvidas? Nossa equipe pode esclarecer!

Tem outras dúvidas sobre o processamento auditivo ou precisa de mais informações sobre o agendamento? Nossa equipe está à disposição para falar com você