Aline Morais | CRFa: 2-17815

Fonoaudiologia pela Unifesp | Mestrado em Processamento Auditivo Central pela USP

Com mais de 15 anos de atuação em fonoaudiologia, a Aline é uma das principais referências em avaliação e reabilitação do processamento auditivo central (PAC) em São Paulo. Formou-se em Fonoaudiologia pela UNIFESP (Escola Paulista de Medicina) em 2010 e, desde então, dedica sua trajetória à audiologia. Foi no PAC, porém, que encontrou sua grande área de estudo: aprofundou-se no tema durante a especialização e o mestrado na USP, sob orientação da professora Eliane Schochat — uma das maiores autoridades do país na área.

Ao longo de mais de uma década de prática clínica, a Aline construiu uma experiência sólida e abrangente. Atuou com adaptação de aparelhos auditivos desde o início da carreira, fez fellowship em implante coclear e integrou, em seu trabalho, o processamento auditivo à reabilitação auditiva completa, ao treinamento auditivo e à saúde auditiva de forma ampla. Tudo isso sempre com rigor técnico e protocolos baseados em evidências científicas.

Sua atuação em PAC abrange desde crianças com dificuldades de aprendizagem e atenção até adultos e idosos que “ouvem, mas não entendem” – especialmente em ambientes ruidosos, em conversas em grupo ou após quadros como envelhecimento, AVC e COVID longa. Além de identificar a dificuldade, a Aline constrói um caminho de tratamento individualizado para cada paciente.

É essa combinação entre profundidade científica e um atendimento atento e cuidadoso que faz a diferença: cada avaliação é conduzida com precisão e cada paciente é acompanhado com atenção real, para que cada paciente escute e, sobretudo, compreenda de verdade o mundo à sua volta.

Os quatro grandes diferenciais

Visão integral da audição

Ouvir vai muito além de decodificar mensagens. Impacta o convívio social, previne o isolamento e reduz riscos associados como depressão e demência. Foco em qualidade de vida e prevenção.

Reabilitação auditiva integral

Não apenas restabelecer volume e audibilidade, mas melhorar a qualidade da audição, com treinamento auditivo.

Rigor técnico baseado em evidências

Protocolos de verificação com microfone sonda, garantindo que o som realmente chega ao sistema auditivo. Não basta colocar o aparelho e perguntar se está bom.

Acolhimento

Acompanha o paciente no luto pela perda auditiva e na superação do preconceito.

Um marco profissional

Em 2014, incomodada com a falta de informação sobre proteção auditiva para quem trabalha com som, a Aline procurou um protético e chegou à Extreme Ears, fabricante brasileira de fones in-ear moldados.

O trabalho técnico era o mesmo da clínica: moldagem da orelha, avaliação e acompanhamento. O que mudou foi o discurso. O mercado vendia o in-ear como acessório de palco, e ela passou a tratá-lo como proteção. Nesses anos ela atendeu cantores, instrumentistas e produtores em estúdios e camarins, incluindo grandes nomes da música brasileira.

A audição é o instrumento de trabalho de quem vive de som e ninguém pensa nisso enquanto está tudo bem. Perda auditiva não dói e não avisa: chega devagar, e quando o zumbido aparece já não tem volta. Foi desse argumento que nasceu o programa de preservação auditiva que a clínica mantém até hoje.